sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Prefeito Juscelino Oliveira inicia o ano anunciando um grande investimento de mais de R$ 12 Milhões na saúde em Açailândia

O prefeito de Açailândia, Juscelino Oliveira – PCdoB, concedeu entrevista a Rádio Marconi FM – 101,9MHz. Questionado pelo comunicador Rair Silva, o gestor falou sobre os problemas que encontrou ao assumir o cargo após a cassação da ex-prefeita Gleide Santos. Na oportunidade o prefeito municipal falou sobre os investimentos que pretende fazer na Saúde do município, são R$ 12.078.266,00 (Doze milhões, setenta e oito mil e duzentos e sessenta e seis reais).

“Tivemos dificuldades com a falta de documentação, estes problemas inviabilizaram totalmente nossa administração, mas diante de todas estas dificuldades nós temos feito o que podemos. A população não quer saber de burocracia e sim de serviço prestado com qualidade, por isso não vamos deixar o município parar”, disse Juscelino Oliveira.

Os documentos citados pelo gestor referem-se a processos de natureza contábil, financeira, tais como notas e liquidação de empenhos, contratos, convênios, no período de 01 de janeiro a 27 de maio de 2015 e 02 de julho a 21 de julho de 2015, além de processos licitatórios dos anos de 2014 e 2015 de diversos órgãos municipais (Gabinete do Prefeito, Secretarias Municipais de Educação, Saúde, Infraestrutura e Urbanismo, Assistência Social, Esporte, Cultura, Administração, Economia e Finanças e etc.). Toda esta documentação foi levada pela ex-administração que se comprometeu na Justiça a devolver no dia 15 de janeiro.

Sobre as prioridades do seu governo, Juscelino Oliveira citou a Educação, onde ao assumir teve que pagar salários atrasados de professores da Rede Municipal de Ensino e regularizar a merenda escolar. Já na Infraestrutura o gestor ressaltou a parceria do município com o Governo do Estado que beneficiou a cidade com 10 quilômetros de asfalto por meio do Programa “Mais Asfalto”.

Mas segundo Juscelino Oliveira sua maior prioridade tem sido a saúde. “A saúde vive uma situação problemática em todo o Brasil, em Açailândia não é diferente, mas me comprometi com o povo a melhorar esta situação em nossa cidade. Contratamos inicialmente uma equipe de auditoria vinda da Capital para buscar onde se encontrava os problemas mais graves. De fato falta recursos para as prefeituras dos municípios, mas se o recurso que vem para a saúde for aplicado no que deve realmente ser é possível melhorar. Açailândia não pode mais viver dias de atrasos”, frisou o prefeito.

Entre os principais problemas estava o fato, segundo o gestor, de ter médicos com os salários atrasados. “Eu tive uma reunião com oito médicos que trabalhavam no Hospital Municipal e alguns me comunicaram que estavam indo embora, conseguimos resolver pagando salários atrasados. A situação dos anestesistas também conseguimos solucionar, o problema maior era o fornecimento de material cirúrgico e ortopédico que é fornecido por uma Empresa que estava com débito de três meses, não havia documentação, então eu não podia pagar. Mais por meio do Ministério Público conseguimos mediar um acordo”, concluiu o gestor.

Investimentos na Saúde

Em 2016 o prefeito Juscelino Oliveira pretende investir R$ 2.150.000,00 na reforma e ampliação do Hospital Municipal. R$ 1.308.400,00 serão investidos na construção do Materno Infantil. Para a compra de equipamentos hospitalar será destinado R$ 1.270.000,00, mais R$ 850.000.00 para compra de medicamentos e material cirúrgico e R$ 300.000.00 para compra de duas ambulâncias novas.

Para a Unidade de Pronto Atendimento ao todo sua construção custará R$ 1.994.230.00 e mais R$ 870.000.00 será investido em equipamentos de alta tecnologia. Para as Unidade Básica de Saúde será destinado R$ 818.000,00 para construção de duas novas UBS, R$ 520.000.00 para compra de quatro camionetes Hilux, R$ 999.636.00 para construção do CAPs e R$ 998.000.00 para construção de duas unidades de acolhimento.

Décimo terceiro

Por fim Juscelino Oliveira falou sobre o pagamento do Décimo Terceiro. “Nós passamos por várias crises, tínhamos o décimo terceiro para pagar o que deveria ter sido pago em julho a primeira parcela, ou seja, responsabilidade da ex-administração. Mas pagamos a primeira parcela e a segunda parcela também, algo que muitas cidades deixaram de fazer. Os servidores podem ficar tranquilos, o dinheiro já estar nas contas e no dia 1 de janeiro será pago, o pagamento não possível antes devido aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal, que uma vez ultrapassados geram improbidade administrativa”, finalizou.
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