segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dia das Mães: comércio de Imperatriz demonstra otimismo

O comércio de Imperatriz já começou a trabalhar nas ações visando aumentar as vendas durante o período que antecede o Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio (8). As campanhas promocionais estão ‘pipocando’ em emissoras de rádios e tvs, anunciando produtos e preços “especiais, acessíveis aos vários segmentos da população”, afirma o vendedor Carlos Henrique, há 10 anos na área, funcionário de uma loja situada no centro comercial.

Diante da melhora do quadro em relação ao mesmo período do mês passado, as expectativas são de aumento real, principalmente em decorrência da proximidade do final de abril e início de maio, período em que muitas pessoas, principalmente os trabalhadores, recebem seus salários até, no máximo, o dia 8.


O presidente da Associação dos Lojistas do Calçadão, empresário Marconi Marques, destacou, a propósito da reportagem, que, levando-se em consideração os números nacionais, o quadro seria de queda nos índices das vendas para o Dia das Mães também em nível local, tendo em vista que o país passa por uma crise financeira sem precedentes.


A realidade, porém, segundo ele, é adversa, já que o comércio de Imperatriz é diferente, é centro abastecedor de uma gigantesca região. Pessoas de cidades distantes até quatrocentos quilômetros compram nas lojas locais. Marconi revelou, inclusive, que, algumas vezes, a cidade chega a vender até para consumidores que residem em São Luís, capital do Estado.


“A grandeza do nosso comércio é incontestável, somos abastecedores de lojas que ficam localizadas em nossa capital. Por isso, que afirmo, sempre, ser Imperatriz a segunda ‘capital maranhense’, com muito orgulho”, conta o líder lojista, mostrando-se confiante em relação aos resultados das vendas durante a passagem do Dia das Mães. “Até lá, as nossas lojas receberão muitas visitas, pessoas pesquisando, verificando produtos, preços e, claro, comprando”, garante.


Outra novidade, diz Marconi, é que os consumidores não têm o comportamento de antes. “Antigamente, os esposos, os filhos, os netos, presenteavam suas mães, tias e avós com fogões, geladeiras televisores, máquinas de costura, entre outros. Hoje, a realidade é outra. Os presentes, agora, são bolsas, sandálias, relógios, cintos e acessórios”, reforça.
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