terça-feira, 10 de maio de 2016

Senador Romero Jucá diz que Flávio Dino “não passa de um pateta”

Das críticas disparadas contra a fracassada articulação desta segunda-feira (09), do presidente interino da Câmara Federal em “melar”, no Congresso Nacional, o processo do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), que deverá ser votado nesta quarta-feira (11), no Senado Federal, nenhuma foi mais cortante do que a do presidente em exercício do PMDB Nacional, senador Romero Jucá (foto), do estado de Roraima, cotado para ser o ministro do Planejamento, no eventual governo de Michel Temer.

Para ele, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB); o advogado-geral da União, Eduardo Cardozo (PT); e o deputado Waldir Maranhão (PP), apontados como articuladores da medida que pretendia a anulação das sessões em que a admissibilidade do impeachment foi debatida e votada na Câmara Federal, não passam de “os três patetas”. A informação é da jornalista Vera Magalhães, editora da coluna Radar, da revista Veja, publicada no site da Editora Abril – www.veja.abril.com.br/

Eis a nota na íntegra:

“A manobra fracassada de anular a votação do impeachment na Câmara teve o condão de desgastar ainda mais o governo no Senado.


A tropa de choque do impeachment passou a considerar mais provável obter já na quarta-feira os 54 votos que seriam necessários para aprovar o impedimento definitivo de Dilma Rousseff.

Ontem, quem perguntava a opinião de Romero Jucá (PMDB-RR) sobre a decisão de Waldir Maranhão que tentou anular a votação que nada daquilo havia sido feito pelo deputado de forma isolada, mas sim pelos três patetas: além de Maranhão, o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, e o governador Flávio Dino (PC do B)”.
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