domingo, 13 de novembro de 2016

Davi Teles se antecipa a Estudo técnico do BNDES e descarta privatização da CAEMA

Matéria publicada em vários jornais do País fala de privatização do Sistema.

Para dirimir qualquer duvida, o blogueiro Holden Arruda Enviou uma mensagem ao Gestor da CAEMA, solicitando uma breve explicação sobre o acordo com o BNDES que o Estado do Maranhão assinou e que prevê, após estudos, o modelo de privatização a ser adotado no Sistema de Abastecimento de água e Esgotos. Em apenas 3 letrinhas, o Diretor Estadual da CAEMA (Companhia de Aguas e Esgotos do Maranhão) Daví Teles, ao ser questionado sobre o acordo e se ele previa a privatização do sistema, ele limitou-se a dizer; "não". 

Entre matérias a respeito do tema que foram publicadas em vários sites e jornais de todo o Brasil, e que fala da adesão de mais 18 Estados (inclusive o Maranhão) à proposta do BNDES, separei a matéria publicada na Agencia Brasil, produzida pelo jornalista Vladimir Platonow, e que diz assim: "... Dezoito estados manifestaram ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) interesse na concessão de serviços de água e esgoto à iniciativa privada e formalizaram a decisão de aderir ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal. A informação foi divulgada hoje (9) pelo superintendente da área de Desestatização do banco, Rodolfo Torres.

Os estados que demonstraram interesse são: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

O BNDES atuará como o escritório dos projetos dos governos estaduais, contratando consultorias para o diagnóstico em cada estado, estudos técnicos e a modelagem para cada caso... "


Se o governo do Estado do Maranhão vai privatizar ou trabalhar com parcerias para executar as propostas de financiamento do saneamento no Estado, somente após a avaliação das consultorias tecnicas vamos poder saber, entretanto, se adiantando ao processo, o Diretor da CAEMA, Daví Teles, descartou a hipotese de privatização. Mais pra dentro da realidade, com o processo de endividamento dos Estados e incapacidade de honrar novos acordos, a privatização seria, talvez o único caminho para assumir o compromisso com o Banco, o que cairia como um grande estrago para um governo populista e de esquerda. 


Agora é aguardar a avaliação do BNDES, que dever ser concluída até julho de 2017, para saber como será o futuro do Maranhão com relação ao sistema de esgoto e abastecimento.
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