sábado, 2 de setembro de 2017

Projeto da UFMA digitaliza jornais antigos de Imperatriz

Milhares de páginas de jornais da cidade vão ser digitalizadas e disponibilizadas à comunidade em plataforma online até o final de 2017. O trabalho é realizado pela equipe do projeto de Digitalização dos jornais de Imperatriz-MA, coordenado pela professora Roseane Arcanjo Pinheiro, do curso de Jornalismo, da Universidade Federal do Maranhão, campus Imperatriz.

O projeto conta com várias edições de 18 jornais, que circularam entre 1970 e 2015, em Imperatriz e região. São 15 alunos do curso que colaboram com o projeto.

“A gente não tem só o trabalho de escanear, e sim de ler os jornais e também entender essa imprensa. São impressos dos anos 70, 80, 90 que foi uma fase onde teve várias mudanças, tanto na política, econômica e culturais. É importante porque a gente conservar essa história e memória. Nós queremos que todos tenham acesso”, diz a professora.

Com o projeto, parte da memória do Jornalismo de Imperatriz vai para a internet. A iniciativa conta com recurso financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico do Maranhão (Fapema) que selecionou o trabalho através de edital para modernizar acervos públicos de todo o Estado.

“Estamos trabalhando não só sentido de construir e deixar documentada a história dos jornais em imperatriz, mas sim do jornalismo, da imprensa e escrita. O curso tem interesse em construir essa trajetória jornalística”, afirma o coordenador do curso de Comunicação Social/Jornalismo, Carlos Claudino.

O curso de Jornalismo tem um acervo setorial, desde 2010, com livros, monografias, jornais de outros estados, coleções de revistas, entre outros itens. O espaço foi recebendo também vários impressos da cidade através de doações.

Ao lado desses itens, chegaram também jornais de Imperatriz, de Açailândia e até de Carolina. A equipe do projeto, além de organizar a plataforma digital com o material jornalístico, também pretende estudar a produção de notícias nesses veículos impressos e apresentar resultados da pesquisa em eventos científicos do campo da comunicação.

“Isso significa perpetuar memória de Imperatriz e saber toda a história de nossa cidade, conhecer por quais processos que ela passou. É muito importante ter esse engajamento de recuperar a história e perpetuar para outras gerações”, afirma a estudante do 8° período de jornalismo, Letícia Barreto.
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