Justiça decreta prisão preventiva de acusados de envolvimento no crime - Blog da Kelly

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sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Justiça decreta prisão preventiva de acusados de envolvimento no crime

O progresso
A justiça transformou em preventivas as prisões temporárias em desfavor de Francisco de Assis Bezerra Soares, o ‘Tita’; Willame Nascimento Silva; José Denilson Feitosa Guimarães, o ‘Boca Rica’; Douglas Silva Barbosa; José Antonio Messias, e José Rubem Firmo. Todos acusados de envolvimento na trama que acabou no assassinato do prefeito de Davinópolis, Ivanildo Paiva, fato ocorrido dia 11 de novembro de 2018.

Francisco de Assis Bezerra Soares, Willame Nascimento Silva, José Denilson Feitosa Guimarães e Douglas Silva Barbosa tiveram suas prisões temporárias de 30 dias vencidas nesta quarta-feira. Já José Antonio Messias e José Rubem Firmo, que foram presos depois, ainda tinham alguns dias de prisões temporárias a cumprir, mas a Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa-DHPP, através do delegado Praxisteles Martins, resolveu por representar pela prisão preventiva de todos, acatado pela justiça. “Cumprimos esses mandados de prisão prisão preventiva dos investigados, e agora estamos comunicando ao Poder Judiciário esse cumprimento. E a partir de agora, vamos concluir o inquérito. Já estamos trabalhando nessa fase de conclusão e em seguida vamos enviá-lo à justiça. Para isso temos um prazo de dez dias”, reiterou Praxisteles Martins. 
José Antonio Messias foi alvo de mais um interrogatório, ocasião que o delegado Praxisteles apresentou algumas provas produzidas em desfavor dele. A fase de depoimento foi concluída e a polícia não tem mais nenhum a vista. “O que resta agora é tão somente elaborar o relatório e juntar alguns documentos ainda pendentes, como perícia, uma coisa ou outra que ainda falta ser anexado, mas a parte de investigação e de coleta de depoimentos já foi concluída. Só falta essa questão de ordem burocrática, para que tudo seja finalizado”, destacou o delegado Praxisteles Martins. 

Próximo caminho 
De acordo com a autoridade policial, o próximo caminho agora é que após o inquérito ser enviado à justiça, o representante do Ministério Público vai analisá-lo e poderá oferecer denúncia ou não. Essa denúncia sendo feita os acusados passarão a responder uma ação penal e em função disso o juiz vai designar data para instrução para ouvir testemunhas que forem indicadas pelo Ministério Público e, por fim, ouvir os acusados. Finalizado essa parte, é marcada a data do julgamento dos réus, que pode acontecer esse ano.

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