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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Pré-campanha em Imperatriz ainda está lenta

William Marinho
Apesar de ser o ano eleitoral, o clima na cidade ainda não entrou definitivamente na disputa em Imperatriz, embora as conversações neste momento, como é natural, estejam voltadas para os partidos indicar seus candidatos ao Palácio Renato Moreira. Como a campanha propriamente dita foi enxugada a 45 dias, os pré-candidatos fazem da pré-campanha seu mais importante caminho para chegar aos eleitores, o que pode prejudicar o partido que demorar em se definir por lançar candidato próprio. Não será bom para o partido e, tampouco, para o indicado, que terá menos tempo para viabilizar seu nome.
As convenções para definições de candidaturas para prefeito e a vereador estarão ocorrendo a partir do dia primeiro ao dia 31 de julho, quando os partidos deverão indicar, por decisão dos filiados ou das suas comissões provisórias, seus candidatos, até lá só pré-candidatos.
Esta semana, dois novos pré-candidatos foram confirmados. A  advogada Mariana Carvalho, que trocou o PSL pelo PSC, e o pastor Laércio de Castro, que foi anunciado pelo comando do PSL como seu candidato a prefeito. Os dois ainda farão atos para o início de suas pré-campanhas, conforme revelaram os dirigentes dos dois partidos.
O quadro atual de pré- candidatos a prefeito de Imperatriz, segunda maior cidade do estado, conta com duas mulheres, Maria das Graças (PTC) e Mariana Carvalho (PSL); dois pastores, Daniel Vieira (PRTB) e Laércio de Castro (PSC); três empresários, Franciscano (MDB) , Rodrigo Brasmar (PSD) e Ildon Marques (PP); dois médicos, Sebastião Madeira (PSDB) e Daniel Fiim; dois agentes públicos, o atual prefeito Assis Ramos, que concorrerá à reeleição, e o vereador José Carlos, além de um professor, o deputado Marco Aurélio
Desses 12 pré- candidatos, a lista deverá cair em função de que o MDB indicará apenas um, entre franciscano e Daniel Fiim, sem contar que à medida que vão se aproximando as convenções, os partidos e seus pré-candidatos avaliam suas chances e começam a pensar em alianças afim de que não sejam prejudicados na eleição dos seus candidatos a vereador, que geralmente são impulsionados pelo desempenho dos seus candidatos a prefeito.
A tendência é de que dos 12 nomes atualmente colocados como opção ao eleitorado, 6 a 7 disputem o pleito, enquanto que o restante faça aliança na composição de chapas com os candidatos em situação melhor. Uma coisa é certa: dificilmente haverá dobradinha entre Ildon e Marco Aurélio, pois a manter a forma com a qual os dois mantêm seus projetos, não deverão abrir mão da candidatura em favor do outro.

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